Deputado Vanderlei Macris

Com 40 anos de vida pública, o nome do deputado federal Vanderlei Macris é sinônimo de respeito. Ainda muito jovem, com 22 anos, iniciou sua história na política, eleito vereador na cidade de Americana. Macris exerceu o mandato por dois anos e, em 1974, decidiu sair candidato a uma vaga na Assembleia Legislativa do Estado. Com uma campanha modesta, foi eleito deputado estadual com 24.296 votos, tendo presença marcante do Legislativo como um deputado atuante e intensamente preocupado com os interesses da comunidade. Em 1980, foi aprovada a lei 2.446, de sua autoria, que protege a bacia dos Rios Piracicaba e Mogi Guaçu, mais conhecida como Lei Macris. Outros projetos importantes do deputado também se tornaram lei, como a criação da Comissão de Fiscalização e Controle da Assembleia Legislativa; a regulamentação dos rodeios; a criação do Polo Tecnológico das Indústrias Têxteis e de Confecção; entre outros.

O trabalho executado como deputado foi reconhecido pelos cidadãos paulistas, que o credenciaram a ser eleito por sete mandatos. Em 1979, foi eleito Líder da Oposição na Assembleia Legislativa. Macris participou ativamente da fundação do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) com Fernando Henrique Cardoso, Franco Montoro, Mário Covas, José Serra e Geraldo Alckmin.

Em 1999, foi eleito presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo. Como a segunda autoridade no Estado, Macris foi autor do Fórum São Paulo Século XXI, que discutiu o futuro de São Paulo e culminou com a criação do IPRS (Índice Paulista de Responsabilidade Social), referência no planejamento de políticas publicas. Comprometido e transparente, foi escolhido pelo governador Geraldo Alckmin para ser líder de seu governo na Assembleia de 2002 a 2005.

Em 2006, foi eleito deputado Federal pelo PSDB-SP, tornando-se porta voz do povo paulista no Congresso Nacional.

Dentre muitos trabalhos, Macris foi autor do requerimento que culminou na CPI do Apagão Aéreo, ação que pôs às claras a triste realidade do setor aéreo no país. Atuou em discussões sobre projetos importantes para nosso país, como o Trem de Alta Velocidade. Foi vice-presidente da CPI sobre Crianças Desaparecidas, que buscou soluções para este problema tão grave no país.

Primeiro vice-líder da Frente Parlamentar Mista José Alencar para o Desenvolvimento da Indústria Têxtil e de Confecção, Macris participa de debates e alertou sobre a preocupação com preservação da produção têxtil brasileira em relação ao baixo custo dos produtos asiáticos.

Batalhou por conquistas importantes para a democracia brasileira, como a Lei Ficha Limpa, e por uma vida mais digna com aumento aos aposentados.

Após muita luta e trabalho, Macris viu realizar um grande sonho junto com seu filho, Cauê Macris, que foi eleito deputado estadual com 64.412 votos, com apenas 27 anos. Paralelo a isto, Macris lutou pela reeleição e assumiu seu 10º mandato como deputado.

No segundo mandato como deputado federal, Macris viu concretizar um projeto importante que apresentou em defesa dos idosos. Foi sancionado pela presidente Dilma Roussef o Projeto de Lei (PL) de sua autoria que determina 3% das residências de programas habitacionais públicos aos idosos. O PL Nº 129/2007, convertido na Lei Nº 12.418/2011, vem a cumprir “um preceito básico da Constituição Federal, dos direitos sociais e dos direitos da família”.

A revista Veja, na edição do dia 28 de dezembro de 2011, destacou Vanderlei Macris como 24º melhor deputado do país num ranking que avaliou os 513 parlamentares da Câmara dos Deputados com melhor atuação naquele ano.

Macris foi membro da CPMI do Cachoeira, coordenou a bancada paulista no projeto que definiu o Voto Aberto no Congresso Nacional e foi autor e relator da Comissão Especial que estudou os malefícios sobre o consumo excessivo de Bebidas Alcoólicas no Brasil.

Em 2015, no seu terceiro mandato na Câmara dos Deputados, o parlamentar apresentou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 01, que estabelece pisos maiores para os gastos da União com saúde pública. Também chamada de PEC da Saúde, a proposta estabelece que, a partir do primeiro ano seguinte ao da promulgação, o governo federal terá de aplicar 14,8% da Receita Corrente Líquida em ações e serviços públicos de saúde até chegar a 19,4% em seis anos.

Considerando 2015, a proposta significará R$ 99,82 bilhões para o setor no primeiro ano de funcionamento.

O último percentual de escalonamento corresponde a 10% da Receita Corrente Bruta, montante amplamente reivindicado nas manifestações pela população e denominado como Saúde+10.

A votação do primeiro turno da PEC 01 aconteceu no dia 22 de março de 2016, quando foi aprovada com apenas um voto contrário, sendo 402 a 1. Agora, deve ser votada em 2º turno na Câmara para seguir para o Senado.

Atualmente Vanderlei Macris é membro das comissões permanentes de Viação e Transportes (CVT) e de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (Credn) da Câmara dos Deputados e 1º vice-líder da Frente Parlamentar Mista José Alencar para o Desenvolvimento da Indústria Têxtil e de Confecção.