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A discussão sobre a importância da Educação no Brasil é antiga e de amplo conhecimento. O país está atrás de outras nações nas avaliações de ensino, bem como no desempenho econômico. Tanto que a economia, nos últimos anos, emperrou. A pesquisa e a inovação são impulsionadoras de desenvolvimento e estão diretamente ligadas à formação intelectual. Mas onde estão as políticas nacionais para o ensino?

A pauta do Ministério da Educação se fixou em diretrizes ideológicas, não mais na necessidade de ampliar o conhecimento e melhorar o aprendizado. Contrário à falta de políticas positivas, o governo do Estado de São Paulo cumpre o seu papel: anunciou nova expansão do Programa de Ensino Integral (PEI), ofertando mais de um milhão de vagas em todo o Estado em 2.029 escolas, localizadas em 457 municípios.

Segundo especialistas, o conceito de educação integral prevê o desenvolvimento humano global em múltiplas dimensões, sendo física, afetiva, cognitiva, socioemocional e ética, enquanto o ensino tradicional visa desenvolver prioritariamente – pela falta de tempo – a capacidade intelectual do aluno.

O ensino nunca teve tamanha valorização como esta promovida pelo governador Doria com a ampliação do PEI. É o maior aumento de escolas de tempo integral da história do país. Seis vezes mais. Compromisso com o ensino de qualidade e o futuro dos jovens. Ganham os alunos, mas, também, o Estado de São Paulo, com a formação de estudantes mais conscientes intelectualmente e capacitados neste desenvolvimento humano global.

No entanto, esta política deveria ser o fundamento nacional. Não só no nosso Estado, mas o conhecimento precisa ser propiciado e propagado em uma nação que necessita formar cidadãos mais sabedores e conscientes a inovar os seus projetos.

São grandes às críticas aos auxílios, mas o governo Federal não está ensinando a população a “pescar”.