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Em face dos acontecimentos e da situação que passa a população, causou grande estranheza nesta semana a distorção da realidade das autoridades do governo Federal. Esta avaliação não é embate político, e, sim, a percepção de que o país tem uma gestão que não vai às ruas ou dialoga com os cidadãos.

No último dia 7 o ministro da Economia Paulo Guedes esteve em audiência pública na Câmara dos Deputados por mim convocado e, questionado sobre os constantes aumentos dos preços e taxas pagas pela população, disse que o Brasil está saindo da crise, no que diz respeito ao PIB, melhor do que países desenvolvidos, citando dados comparativos da Inglaterra, Itália e da França.

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"Todos são iguais perante a lei". Ouvi esta frase, presente no artigo 5º da nossa Constituição, andando numa rua pela manhã, enquanto passava em uma roda de conversa. A fala foi seguida por comentários sobre o julgamento do habeas corpus impetrado pela defesa do ex-presidente Lula, que aconteceria naquele dia no STF.

Muitas vezes imaginamos o clima, a energia e o sentimento das pessoas nos momentos decisivos da história.

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Transporte de qualidade, econômico e sustentável, características do sistema de locomoção sobre trilhos cada vez mais valorizado nas regiões metropolitanas.

O trem de passageiros é a grande chance para que os grandes centros urbanos possam se reorganizar, voltando a ter a preferência perdida para o transporte rodoviário e que hoje acarreta tantos problemas devido a quantidade de veículos, congestionamentos, poluição e outros pontos negativos. 

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A violência no Rio de Janeiro tomou dimensão alarmante. A população está ameaçada e o Estado perdeu o controle. O governo Federal implantou a Intervenção e, mesmo com os militares, o presidente optou pela criação do Ministério da Segurança Pública. Falta ajustar o foco dessas ações.

A sensação de medo dos cidadãos é real em boa parte do País. Não só os cariocas enfrentam altíssima criminalidade, o Ceará também passa por ameaça de grupos audaciosos e fortemente armados.

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As eleições de 2016 acabaram, mas ainda repercutirá por um bom tempo. Além do excelente desempenho do PSDB nas urnas – partido que teve uma taxa de sucesso de 47%, a maior de todos os partidos e terá a maior população governada no País neste século - outro destaque foi o grande número de abstenções e votos brancos e nulos.

Esse índice vem subindo a cada 4 anos. Em alguns locais, como a capital do Rio de Janeiro e Belo Horizonte os votos inválidos superaram a quantidade de recebidos pelos prefeitos eleitos. Realidade que não pode ser ignorada por nós, parlamentares, nem pelos dirigentes brasileiros e nem mesmo pela população.  É um recado muito claro, que teve origem com o movimento das ruas, em Abril de 2013 e terminou nas urnas.